Aos 23 anos: profissão ou vocação? Provocação nietzschiana

“E em toda parte vigora uma pressa indecente, como se algo fosse perdido se o jovem de 23 anos ainda não estivesse ‘pronto’, ainda não tivesse resposta para a ‘pergunta-mor’: qual profissão? – Um tipo superior de homem, permitam-me dizer, não gosta de ‘profissão’, justamente porque sabe que tem ‘vocação’… Ele tem tempo, toma tempo, não pensa em ficar ‘pronto’ – aos trinta anos alguém é, no sentido da cultura elevada, um iniciante, uma criança”.

 

 

PS: pretendo escrever um artigo sobre educação superior, neste semestre – há muito tenho essa intenção, e o Congresso Estatuinte da UnB e reformulação do projeto político-pedagógico da universidade, que estão para acontecer, me provocam a fazê-lo já (e acho que vou poder escrever esse artigo como trabalho final de uma disciplina do Mestrado). As ideias e intuições de Nietzsche ocupam papel fundamental nessa reflexão, ainda quando discordo frontalmente delas – no mínimo, elas me provocam, levam-me a pensar…

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