Pluralismo institucional, desde Tobias Barreto

Nesta semana, publiquei texto no blog do Grupo Brasil e Desenvolvimento com algumas ideias sobre pluralismo institucional e desenvolvimento autóctone, partindo de Tobias Barreto.

Sabemos que as raízes históricas desse pluralismo são bastante antigas – é defendido de modo consistente desde Aristóteles -, mas acho interessante que possamos identificar e conhecer as tradições de pensamento brasileiras a respeito. Na verdade, não chegam a ser tradições, em grande parte devido justamente ao nosso desconhecimento… Em geral, pensamos o direito com base em tradições de pensamento importadas – o que contraria o espírito pluralista e autóctone!

É claro que não se trata de desprezar reflexões e experiências de outras sociedades: o próprio Tobias Barreto, por exemplo, beneficiou-se muito do estudo aprofundado de juristas, sociólogos e filósofos de outros países, em especial os alemães de sua época. Porém, creio que deveríamos construir nossas próprias tradições de pensamento, nascidas da reflexão sobre a nossa prática. Para tanto, a construção da memória é fundamental – e o resgate de autores como Tobias Barreto mostra que há material de excelente qualidade a ser utilizado nessa tarefa.

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